06/10/2026 às 15:41:51 | Por: Redação
Discussão termina com o agressor preso. (Imagem gerada por IA.)
Uma briga de casal resultou na prisão em flagrante de um
homem na manhã desta terça-feira, 06 de outubro de 2026, no bairro São
Francisco. A ação foi realizada pela Guarda Civil Municipal, que autuou o
suspeito pelos crimes de violência doméstica e lesão corporal.
O caso teve início por volta das 11 horas e 15 minutos,
quando a vítima, identificada pelas iniciais B.S.R. (de 29 anos), entrou em
contato diretamente com o Comandante Romanelli. Segundo o relato da mulher, seu
amásio, de iniciais V.L.R. (com 27 anos), chegou à residência para almoçar em
estado de extrema alteração. O homem passou a proferir diversas ofensas contra
a dignidade da companheira, chamando-a de termos pejorativos como
"biscate" e "vagabunda".
Durante a discussão verbal, a situação evoluiu para agressão
física. O cônjuge empurrou a vítima contra a cama, causando uma lesão em sua
mão. Para cessar os ataques do marido e se defender, a mulher utilizou uma
mangueira de jardim.
AÇÃO DA GUARDA CIVIL MUNICIPAL
Diante da gravidade dos fatos narrados, as equipes da Guarda
Civil Municipal se deslocaram imediatamente para o local. A ocorrência
mobilizou a Viatura 66, composta pelos guardas civis municipais Lázaro e
Daniel, e a Viatura 65, com o Comandante Romanelli e o Subcomandante Pereira. O
policiamento também contou com o apoio da Viatura 62, integrada pelo guarda
civil municipal João e pela guarda civil municipal feminina Rachel, que atua na
Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Municipal
(DEAC).
Ao constatarem a situação, os agentes proferiram voz de
prisão em flagrante ao autor. Antes de serem levados à delegacia, ambas as
partes foram conduzidas ao Pronto Atendimento Municipal, onde passaram por
exames de corpo de delito para documentar as lesões.
ENCAMINHAMENTO À POLÍCIA JUDICIÁRIA
Na sequência, o caso foi apresentado à autoridade de polícia
judiciária no plantão policial. O Delegado de Polícia, Doutor Flavio Martins
Vilella Tavares, após analisar os fatos e formar seu convencimento jurídico,
ratificou a voz de prisão emanada pelos agentes da Guarda Civil Municipal.
O autor V.L.R. permaneceu preso e foi colocado à disposição
da Justiça para responder pelos crimes previstos na Lei Maria da Penha e no
Código Penal.
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